Um novo selo de óleo pode ainda vazar após a instalação, e, do ponto de vista de engenharia, a causa geralmente reside nas condições circundantes, e não na própria vedação. A NQKSF frequentemente observa isso ocorrer quando os problemas subjacentes do sistema não foram resolvidos durante a substituição.
Uma das causas mais comuns é a superfície do eixo. Se o eixo já apresenta um sulco de desgaste, rugosidade irregular ou ligeira excentricidade, a nova borda de vedação seguirá o mesmo trajeto da antiga. Até mesmo um pequeno sulco pode interromper a película de óleo, fazendo com que o vazamento reapareça, apesar de a vedação ser nova.
A precisão da instalação também é importante. Quando a vedação entra na carcaça em um ângulo ligeiro ou quando a borda de vedação é tocada por uma aresta afiada durante a montagem, a borda de vedação pode não se assentar conforme projetado. Em espaços apertados de equipamentos, até mesmo um pequeno desalinhamento pode influenciar a forma como a borda de vedação entra em contato com o eixo.
A compatibilidade do material é outro fator. Se o material da nova vedação não corresponder às condições reais de temperatura, lubrificante ou pressão, a borracha pode não manter sua elasticidade. Um tamanho correto não garante um comportamento correto se o ambiente tiver mudado ou tiver sido avaliado incorretamente.
Do ponto de vista técnico, uma vedação de óleo nova que vaza indica que o sistema ainda possui variáveis não resolvidas. Somente quando o estado do eixo, a qualidade da instalação, a escolha do material e o ambiente operacional estiverem alinhados a vedação poderá oferecer desempenho estável.

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